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Vou usar mídias sociais… e agora? Parte 2

31 de maio de 2010 Sem Comentários

Esse é o Segundo post sobre mídias sociais intitulado Vou usar mídias sociais… e agora?

No primeiro, nós abordamos o assunto VERBA! Item muito importante em um planejamento estratégico web. Dessa vez, nós vamos abordar o segundo ponto importante, que citamos no primeiro post (se você não leu ainda, pare tudo, clique aqui e depois volte): Público-Alvo!

Praticamente todo os tipos de públicos-alvo podem ser encontrados nas mídias sociais, mas nem todos os públicos vão enxergar sua presença na rede da mesma forma.

Deixe-me dar um exemplo: seu “target” são empresários. Muitos utilizam redes como Facebook e Twitter. Mas não adianta abordar esse tipo de público nessas redes com apelos promocionais. O objetivo desse tipo de público é se informar e interagir com os demais. Sendo assim, opte por gerar conteúdo interessante e relevante, dessa forma, os usuários vão seguir você e apreciar o trabalho que você está fazendo com a sua marca.
Se o seu produto atende a jovens das classes A e B, você vai ter muito mais liberdade na hora de experimentar novas estratégias. Esse público aceita melhor nova ações e interage de forma muito mais ativa. Com esse público você pode arriscar promoções interessantes, conteúdo diversificado, virais e muitas outras estratégias.

Os públicos C e D utilizam muito as redes sociais e eles estão muito interessados em redes que possam deixar recados ou mensagens “frias”, ou seja, redes que precisam de menos velocidade em sua atualização. Isso se dá principalmente pela carência no uso dos computadores com frequência.

Por isso, redes como Orkut, YouTube e blogs são as mais recomendadas. E qualquer tipo de promoção deve ser feita considerando-se um tempo maior para participação do público.

Mas quando a gente fala de internet e as novas mídias, não tem graça segmentar o público somente em classes sociais ou idade. Lembre-se, na internet é possível segmentar usuários das formas mais inusitadas. Fato esse que é praticamente impossível nas mídias tradicionais.

Você até pode segmentar seu anúncio em uma revista de arquitetura… mas você não consegue saber dessa revista quantos dos seus leitores são “early adopters” (termo que significa, em poucas palavras, “primeiros a comprar”, eles são aqueles que quando um produto é lançado no mercado estão nos primeiros lugares da fila).

Em um blog, por exemplo, você consegue segmentar o usuário por gosto, frequência de uso da internet, posição geográfica, sexo, idade, crença, entre muitos outros itens.

Não é difícil encontrar na internet um usuário que adore novas tecnologias, seja viciado em café, faça upload de vídeos para seu canal no YouTube, ou esteja disposto a comprar uma cafeteira com webcam integrada nos próximos seis meses!! Pena que a cafeteira não existe… eu compraria!

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